quarta-feira, dezembro 9

A IMPORTÂNCIA DO SEXO NUMA RELAÇÃO (o tema de que tanto falo)

Este blog está meio morto. Mas antes de ser enterrado ainda existem coisas a dizer. 

Tenho falado muito acerca deste assunto com pessoas que acusam o sexo de ser o principal motivo de descontentamento numa relação, principalmente quando as pessoas casam ou vivem juntas há um certo tempo. 
Há mil e uma queixas, milhares de tentativas para superar isso mas poucas para compreender certos e determinados factos e, acima de tudo, serem pacientes. Deixem-me é antes de mais salientar o que eu sempre afirmo: O SEXO É IMPORTANTE NUMA RELAÇÃO. Atrevo-me a dizer que é 60% dela, se não for mais. E nem estou a falar de óptimo sexo mas sim de outros componentes: a disponibilidade, a vontade, as tentativas pelo menos para agradar e seduzir a pessoa com quem estamos. Achamos sempre que depois de termos o amor, podemos reduzir ao sexo, porque achamos que o amor não vai desaparecer só porque queremos praticar menos.
E na verdade não desaparece. Não totalmente. Desaparece sim a paixão ardente que sentimos. E isso sim é suficiente para todas as outras coisas más que nos surgirem. 
Mas sejamos razoáveis. As mulheres, em certos capítulos da vida, não têm culpa de perder o seu apetite. Assim como os homens também não têm culpa de ter apetite demais. Faz parte deles assim como faz parte de nós a falta de vontade. E é aí que muitos falham. 
Chegamos a um ponto da vida em que vemos o sexo de forma diferente porque o nosso organismo o "exige". O nosso corpo não é a favor das nossas vontades de tentar ou, na maioria dos casos, a nossa mente não acompanha o corpo. 
Quanto aos homens é a mesma coisa. As vontades neles são os que mais nos assusta com o passar do tempo porque temos medo de não os acompanhar. E eu digo sempre que devemos tentar por eles e pela relação mas sei perfeitamente que nem sempre o corpo acompanha a nossa vontade de tentar.
Em nenhum dos casos há culpa. Mas isso nunca serviu de desculpa para não se tentar na mesma. 
Mexer com a libido sempre foi interessante. E há mil e uma coisas que se pode fazer para a chama reacender. Mas isso já é outro assunto. Talvez em outro post quem sabe...



Kiss kiss by Miss

sexta-feira, novembro 13

A PROPÓSITO DE AMAR E NÃO AMAR


Nunca gostamos de quem gosta de nós. Procuramos sempre quem queremos, quem nos convém, quem nos "lava" a vista e tenha exactamente as qualidades que nos agrada. E quando o amor é só físico, força-mo-nos mesmo assim a amar porque fica-nos bem aquele ser, porque nos atrai em todo o esplendor.
Nunca gostamos verdadeiramente de quem gosta de nós, nos admira. Porque se assim fosse, as coisas seriam bem mais simples, sem discussões, sem muita procura, muita exigência. Mas acabaríamos por aperceber-nos do que muitos não se apercebem: que existe sempre um que ama demais. "Un qui aime et une qui se laisse aimer". E provavelmente será sempre o que nos "encontra".

quarta-feira, setembro 30

AS FASES DO AMOR ou A QUESTÃO DO FALL IN LOVE

Ok. Toda a gente já sentiu aquela coisinha estranha na barriga quando conheceu alguém interessante. Alguém que por norma achamos bonito, sexy, com uma personalidade que nos agrada imenso.
Pronto ok. Já todos sabemos isto mas é sempre bom relembrar que:
NINGUÉM SE APAIXONA NO PRIMEIRO ENCONTRO. Assim como ninguém no seu perfeito juízo pode esperar que a outra pessoa queira logo começar a namorar connosco só porque correspondemos igualmente ás suas expectativas.
Isto porque o achar que estamos apaixonados com meia dúzia de conversas e saídas, não significa que estamos mesmo.
Para não haver dúvidas, dividi aquela mistura de sentimentos em três:


  1. A Atracção física - é o que sentimos em primeiro lugar claro está. E isso deve-se aos factores mais óbvios: a beleza física. O corpo, se corresponder ao que nós gostamos, é meio caminho andado para ter-mos a vontade de continuar.
  2. O Fascínio - poderíamos juntar ao primeiro mas são duas coisas distintas visto ser possível ficarmos fascinados por alguém apenas porque tem aquele ingrediente que nos faz desejar estar com a pessoa. Podemos fascinar-nos por pessoas inteligentes, bem humoradas, que têm um belo sorriso e uns belos olhos e mesmo assim não existir aquela tremenda atracção física.
  3. A Paixão - esta é importante porque é o que mantém tudo. Claro que só correrá extremamente bem se tiver os dois ingredientes anteriores. 


Posto isto, o que poderá então correr mal?
Nada. Nada pode correr mal, contando que se consiga distinguir um do outro. Ou seja, o fascínio do amor. A atracção do amor. A paixão do amor, se bem que este último ainda se safa. 
Conhecemos mil e uma pessoas e deixa-mo-nos fascinar pelo sorriso, as palavras, a forma como fala connosco, como nos trata, os lindos olhos. Mais tarde o bom sexo, ou razoável mas como estamos fascinados nem damos pela diferença.
O mal do fascínio é que tão depressa vem como vai. Hoje alguém se sente atraído e fascinado por nós mas amanhã outra pessoa surgirá. Um brinquedo novo. Um ídolo. Aliás, podemos colocar Adoração entre Fascínio e Paixão. Porque é isso que acontece. 

Mas então como sabemos que amamos afinal? Na verdade, ninguém sabe explicar o amor. Mas também é verdade que as únicas pessoas que o sabem explicar são aquelas que tiveram tempo suficiente para o reconhecer. Porque quando tudo é muito bonito e corre bem toda a gente ama. O pior é depois....

Se já amei? Sim, muito. Mas precisei de perder a minha paciência para me aperceber.
Se já passei por todas essas fases? Sim, constantemente. Todos os dias me deixo fascinar. Constantemente tenho uma paixão por alguém. Com imensa frequência sinto uma enorme atracção física por alguém que acabei de conhecer. Isso não me impede de me deixar levar. De me confundir. Mas o que me faz ter a certeza de que não é amor? A capacidade de ter uma pessoa na cabeça mas brevemente deixar que surjam mais e mais. Porque cada vez que surge alguém melhor, o último desaparece. E é isso que distingue o fascínio e a paixoneta de outro sentimento qualquer. 
E vocês? Concordam? Quantas fases acham que existem?

segunda-feira, setembro 14

CONFIANÇA ou O TRISTE PROBLEMA DA SINCERIDADE

Exigimos sempre total sinceridade. E quase sempre temos aquilo que pedimos, o que ajuda bastante a aumentar a nossa confiança na outra pessoa. Ou em nós mesmos. 
O problema da sinceridade é quando ela mesma não é a nosso favor. Quando não vem com um elogio, uma palavra de apoio, um aceno de concordância, um sorriso de confirmação. O problema da sinceridade é sempre o mesmo: ninguém estar totalmente preparado para o pior.

Exigimos com frequência que nos digam a verdade. Que confiem em nós. Que nos digam o que pensam. E as perguntas nas quais temos mais esperança são sempre as mesmas:
- Amas-me?
- Tens alguém?
- Envolveste-te com alguém e não queres dizer?
- Tens problemas em ser sincero comigo? Sabes que podes dizer-me tudo.

E a esta última pergunta existe sempre a mesma resposta: NÃO. NÃO PODE.
Ser sincero é como casar. Sim, casar. Exige uma possível maturidade e preparação de ambas as partes, a pessoa que vai dizer o que realmente sente e a pessoa que vai ouvir. Se não estivermos preparados para ouvir o pior, ou no mínimo mentalizados, não podemos nunca exigir a tal sinceridade. 

E por isso muita coisa acaba. Porque exigimos algo que não estamos preparados para receber. Porque só é bom enquanto for a nosso favor, caso contrário causa discussão, afastamento. E atenção que não estou a dizer que devem contar tudo. Há coisas que não se devem dizer a não ser que impliquem sentimentos. E é nisso que toda a gente peca. Achar que a mentira magoa menos. 

Uma verdade, mesmo que seja muito má, é sempre uma verdade e faz-nos seguir em frente. A mentira corrói depois. Porque atrás de uma mentira vem a desconfiança. E atrás da desconfiança vem o medo. E o medo leva a que a pessoa esteja menos preparada. E volta ao início.

Mas ei, que percebo eu disto? Deixei de exigir sinceridade quando me apercebi que toda a gente é viciada em mentiras. Vamos a ver e é uma doença....

sábado, setembro 12

ANDRÉ - CAPÍTULO FINAL

Lê o que se passou anteriormente aqui e aqui.

Eu sei que prometi continuação. Que iria ao mais íntimo pormenor do que se passou com André. Foi uma boa foda, para resumir isto tudo. Sem medo de nada, sem problema com nada e adepto de tudo. Como deve um homem ser. Resumindo tudo isto, tivemos sexo puro e duro onde valeu tudo menos tirar bocados (não que não tivesse vontade). 
A verdade é que só faria sentido acabar esta história se promessa de uma nova surgisse. O mesmo "cobaia" mas situações diferentes. No fundo, as coisas não sendo sérias, todos acabam por ser cobaias. Vítimas do que eu chamo de investigação sexual com sentimento á mistura. 
André foi o meu último cobaia. E só serviu para eu confirmar a minha própria teoria: no final, todos os homens, mais tarde ou mais cedo, cedem...á fraqueza. 

Anal, oral, vaginal.
Cama, pé, canzana, missionário, sentados, por cima...
Cabrão, puta, vadia, ordinário.
Tudo conta e todos os nomes são poucos quando há excitação.
Sim. André foi um dos homens que me deixou em chamas só de olhar. Um dos homens que achou que possivelmente estaria apaixonada. Possivelmente poderia acontecer. Um dos homens que pode ter a mulher que quer e mesmo assim não ser totalmente feliz. Um dos homens que, bem...na verdade ele foi dos poucos que fez o que mais nenhum conseguiu. Mas isso é total segredo.

E agora vocês dizem: sim claro, convém-te dizer isso e mais alguma coisa para ficares por cima. 
E eu respondo: até pode ser. Mas reparem numa coisa, Miss B não seria Miss B se não tirasse algum proveito de uma situação. Com ou sem sentimento. Todo o sexo ensina e com todo o tipo de homem se pode aprender. Última lição de hoje: tirem proveito de tudo. 
André foi o último cobaia. 

A partir de agora vai ser a sério. A doer. Já testei, agora vamos jogar a sério. 



segunda-feira, agosto 31

ANDRÉ - O HOTEL

Primeira parte aqui.

Era inevitável uma noite num hotel. Uma noite nossa. Merecíamos. Eu merecia saber ainda mais o quanto ele valia e ele merecia saber do que eu era capaz quando tinha mais espaço que num carro. 
Queria algo em grande e por isso foi tão difícil a escolha da lingerie adequada para ele. Queria uma que lhe despertasse o desejo intenso que ele dizia sentir só de me olhar. Então optei por um body completamente transparente. E um simples vestido preto muito fácil de abrir. 

-" Vais ser a minha prenda de aniversário"- dissera ele na mensagem nesse dia. Não, não pudera estar na festa dele, no dia dele, com ele mas acredito que eu fora o melhor presente que recebera. Mesmo fora do dia. Fiz por isso. Queria dar-lhe uma das melhores noites da vida dele. Dar-lhe tudo. Ou deixar que ele me "roubasse" tudo pelo menos. 
Cheguei primeiro ao hotel e mesmo sem a presença dele senti a minha pele a arrepiar-se de desejo. Já estava húmida e ele nem tinha chegado, nem me tinha tocado. Saber o que ele me podia fazer, ler as mensagens com promessas e "ameaças" sexuais fazia-me sentir um desejo imenso. Uma tesão inexplicável. Ele estava a pedi-las. E sabia perfeitamente que eu também. 
E ele chegou, banal mas super sexy e quente. Apeteceu-me imediatamente encostá-lo á maldita parede do quarto e apertar-lhe aquelas bolas para mostrar a ele própria a quem elas pertenciam. Aquele meu típico sentimento de posse. Era tão doloroso olhar para ele. Ardia tudo em mim. Na minha cabeça acontecia mil e uma violações. Mas contive-me. Deixei-o pousar as suas coisas, acomodar-se com o quarto. E depois de cinco minutos disso quis mostrar-lhe o que trazia debaixo do vestido. Mas sem usar os olhos e sim as mãos. 
Virei-me de costas para ele e desapertei o vestido. Agarrei nas mãos dele e deixei que ele sentisse o meu corpo debaixo de tão fino tecido. Que sentisse as curvas. E o que sou capaz de usar para o seduzir. E como posso ser tão sexy por baixo. 
- Vou-te foder de todas as maneiras. - sussurrou ele ao meu ouvido e eu pude realmente sentir o quanto ele estava excitado. Eu própria fique ainda mais tesuda com as palavras dele. Sim, ele sabia como me deixar completamente doida de tesão sem se mexer sequer. E eu sabia que na mente dele todas as formas de me foder eram poucas. O tudo era nada para ele. Foder-me até rebentar não seria suficiente. E eu finalmente apercebi-me que ia ser completamente "destruída" por ele. 

...continua

sexta-feira, agosto 28

BOA NAMORADA

Sê uma boa namorada. Dá-lhe o espaço que precisa. Não lhe peças tempo demais. Deixa-o viver, divertir-se com amigos, cair e levantar-se. Mantém-te por perto para o segurar, para o vigiar quando ele próprio se magoar. Não perguntes demais, não controles demais. Dá-lhe o mimo que precisa, o sexo ardente que deseja. Pensa nele tantas vezes como pensas em ti. Ou um pouco mais. Sê uma boa amiga, uma cúmplice. Mas acima de tudo faz com que ele não deseje mais ninguém. Porque mais importante que seres uma boa companheira, é seres uma boa "amante". Nunca te esqueças que o amor mantém as pessoas unidas mas a paixão impede-as sequer de pensar em fugir...

Quem não me perde de vista

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