sexta-feira, janeiro 23

TESE DO POLIAMOR ou teorias de quem ama demais - PARTE 1

Na verdade podia dizer muita coisa sobre este tema. Eu própria consigo gostar de mais de uma pessoa e não tenho nada contra quem anda com mais do que um. A minha confusão está na forma de amar. E no facto de, apesar de muitas vezes achar que amo duas pessoas ao mesmo tempo, ter metido na minha cabeça que ninguém ama duas pessoas de forma igual. E que os "sintomas" para mim podem ser definidos como muito carinho e amor.  Porque toda a gente ama. E não falo do amor dos apaixonados. Falo daquele amor de amigos. Aquele amor incondicional. Tenho disso. E com fartura. Amo a minha melhor amiga e faria o que quer que fosse por ela. Amo o meu melhor amigo. Não há nada que lhe negue. 
A questão aqui é que está provado e mais que provado que ninguém ama duas pessoas da mesma maneira. Ama-se muito uma. Ama-se incondicionalmente outra. Não há dúvidas nisto. E ninguém me tira da cabeça que devemos ficar sempre com quem amamos mais. Por muito que acabemos por sentir falta da outra, porque até isso tem explicação. 
É normal que, quando me dizem que amam, são poliamorosas e depois me dizem que:

  1. Não sentem aquele amor com paixão;
  2. Que se sentem mais á vontade com um/a do que com outro/a;
  3. Que com o passar dos anos de namoro não há paixão mas amor, carinho, amizade, enquanto vão conhecendo outras pessoas...
Está certo, há casais assim com isso tudo mas continuo na minha. Nada contra. Eu própria já me testei e acabei por perceber que não sofro disso. Não teria muita lógica...
E há a questão das pessoas envolvidas com essas assim. As que não sofrem de poliamor mas amam tanto que decidem aderir a isso naquela esperança ingénua de que o/a poliamoroso/a se dê conta que prefere um/a a outro/a. E vão aguentando. E vocês dizem:
- Ah e tal até lidam bem
Pois lidam, mas não significa que não desejassem a pessoa só para elas.
Para mim poliamor é a solução perfeita para uma pessoa ter o ideal. Quem a complete. O que falta numa, a outra tem...ninguém agrada a 100% por isso...porque não arranjar duas ou três com características diferentes? 
E daqui a um bilião de anos pegamos nelas e metemos numa misturadora. E sairá a pessoa perfeita em tudo...


(sem ofensa a ninguém, nada contra. amem muito. o que interessa é a felicidade de cada um)
(ainda investigarei isto em pessoa)

quarta-feira, janeiro 14

PRIMEIRA VEZ

Já todas nós mulheres sabemos que nenhum homem é igual na hora do sexo. E também todas nós sabemos (já falei disso por aqui) que nem todos conseguem ser completamente ordinários. Depende de mil e uma circunstâncias mas, principalmente, da pessoa com quem querem fazer. 
Mas os que realmente são do melhor na cama, muitas vezes não o demonstram e só esperam a pessoa ideal com quem se sintam verdadeiramente á vontade para a "desfazerem" por completo. 
E vale a pena esperar por alguém assim. Vale a pena arriscar. E vale ainda mais a pena dar tudo de nós. 


...E quando tivemos sexo pela primeira vez, tudo pareceu tornar-se diferente. Toda a intensidade, toda a loucura, todo o prazer. Foi como se, tudo aquilo que eu achava que sabia sobre sexo, deixasse de fazer sentido. As teorias, as práticas, os movimentos e sentidos. Quando fodemos pela primeira vez, foi como se estivesse a reaprender tudo mas de outra forma. Foi quando me apercebi que o que achara ser bom sexo no passado, afinal era apenas...bom sexo. Nada mais. Bom sexo. 
Quando fodemos pela primeira vez apercebi-me finalmente do verdadeiro significado de PRAZER. E decidimos continuar. Afinal nenhum aprendiz fica a saber tudo em uma única vez. Por muito brutal que seja... 


E podem sempre encontra-me aqui...

segunda-feira, dezembro 22

SEXO vs HOMENS MAIS VELHOS

Todas nós mulheres, na nossa fase de adolescência, já desejamos um rapaz mais velho. Porque a ideia de alguém "superior" a nós nos dava segurança, uma certa fama de sortuda e sentíamos sempre que éramos as melhores por termos conseguido o que poucas da nossa idade conseguia: alguém mais velho e experiente que nós. 
Hoje, continuamos a desejar o mesmo mas com outras razões. E vou neste momento falar por mim...
Temos a ideia que os homens são completamente fenomenais na cama a partir de uma certa idade...Trinta talvez mas vou avançar um pouco mais e elevar a trinta e cinco. Queremos encontrar um assim porque achamos que só esses nos mostrarão a sério o que é foder para valer. Porque eles próprios acreditam que, com a idade, dificilmente conseguirão bom sexo e então, esmeram-se em todo aquele que apanham. Ou então porque a experiência deles lhe diz que, afinal, todas nós gostamos de sexo para valer mas não dizemos por alguma razão (muitas das vezes porque, como nunca experimentamos tão bom, nos contentamos com o que temos).
A razão não importa. O que importa é que, provado cientificamente (ou por mim) ou não, os homens mais velhos são qualquer coisa de fenomenal.
É quase como a teoria das gordas serem boas na cama. ( comparação idiota mas com sentido)
Os trintões são aqueles homens charmosos por quem temos a maior das curiosidades. E as maiores fantasias. Aqueles que achamos que são capazes de nos levar ao céu como nunca nenhum homenzinho nos levou. E que, na maioria das vezes, corresponde a mais do que as nossas expectativas sexuais.
A experiência sempre esteve na moda e sempre fez outros desejar mais do que o que têm...

sábado, dezembro 20

DESEJOS

Desejamos sempre o que não devemos. Quem não devemos. Porque por muito bom que seja o nosso namorado ou esposo, o das outras tem sempre qualquer coisa que nos cativa. Queremos sempre o que não é nosso para provar algo. Provar que podemos.
Desejei o que agora é meu. Mas desejei muito mais o que não é. E mesmo sabendo que até poderia ter, nenhuma foda vale uma vida estragada. Mesmo que não seja a nossa.
Tive o meu a foder-me por trás com aquela vontade de quem não come ninguém há séculos. 
Desejei o outro a fazer-me o mesmo.
Tive o meu a chupar-me cada recanto, morder-me e arrepiar-me.
Desejei o outro a fazer exactamente o mesmo.
Tive o meu a morder-me o lóbulo da orelha. A foder-me contra o carro.
Desejei o outro. A "violar-me" e a dizer ao meu ouvido: QUERO-TE.
Desejamos sempre algo mais. Fomos feitos assim. E nunca estaremos completamente satisfeitos...

sábado, dezembro 13

O CHARME DE TELMO

Ele era demasiado charmoso. Até quando lançava aquele olhar desconfiado me tirava do sério. Estava meio tímido, ainda não tinha ganho aquela confiança.  Mas eu, apesar de me sentir como ele, já lhe tinha tirado as medidas todas. E estava no ponto. Nem precisou de me dizer que frequentava o ginásio porque eu já tinha notado. Sem lhe tocar sequer, apercebi-me de que todo ele era rijo, bem definido, perfeitamente capaz de matar uma mulher só de o olhar. 
E tinha um sorriso divinal. Um rosto sensual. Realmente ele era demasiado charmoso. 
Por isso não foi estranho quando ao final de umas horas já nos deleitávamos um com o outro. 
A minha boca já saboreava o seu pau delicioso e as suas mãos seguravam na minha cabeça. Ouvia os gemidos dele de prazer e as palavras que adoro ouvir:
- Sabes chupar tão bem!
E soltava os meus gemidos de gata satisfeita com tamanha refeição. E cravava as minhas mãos no seu peito. Mordia-lhe a cabeça e voltava a engolir. E ele ficava doido. E pedia para ter mais.
- Não, - disse eu - hoje não. 
Aquele carro de repente tornara-se demasiado apertado. Aquele sítio tornara-se demasiado erótico. 
E era nisso que pensava enquanto continuava a chupar-lhe aquele pau que tanto adorava. Dedicava-me a ele. E Telmo apercebeu-se disso, elogiando-me pelo facto. Possivelmente nenhuma mulher se dedicou tanto a um broche como eu. Agarrei nas minhas mamas e apertei o pau dele nelas. Rocei-me nele e voltei a chupar. A lamber. Até sentir o seu esperma jorrar, bem na barriga dele.
E ficou por ali. Não deu para avançar mais mas uma coisa posso afirmar: SE APANHO NOVAMENTE O TELMO!!!!

sexta-feira, dezembro 12

CONCORRÊNCIA ( ou o fruto desejado)

Antes de mais, quero desculpar-me. Sei que me tenho ausentado deste blog. Mas cada vez que cá venho tento sempre compensar a falha. Não desapareci nem o vou fazer e para o provar vou convidá-los a visitar a minha página de autora no Facebook: www.facebook.com/missboficial.  Estarei sempre por lá. Agora vamos ao tema de hoje.


Dizemos sempre que detestamos concorrência. Detestamos saber que a pessoa em quem estamos interessadas tem amigas demais. Detestamos que o nosso namorado também as tenha e se dê demasiado bem com elas. Porque mesmo dizendo que não somos ciumentas, tudo o que é demais acaba por nos maçar. E acaba por nos causar dissabores. Discussões. Acabamos por estragar tudo.
Mas já foi provado mais do que uma vez que a concorrência atrai outras pessoas. Nós mulheres acabamos por nos sentir atraídas pelo homem que tem montes de amigas e que muitas delas desejam. E quanto mais interesse ele mostrar por nós, mais sentimos necessidade de ir atrás dele e mostrar ás outras que ele possivelmente será nosso. 
Esta teoria já foi comprovada por mim. Gosto de provar as coisas por mim mesma e acabei por me aproximar de várias pessoas a ponto de descobrir até que ponto o desejo alheio podia cativar outras pessoas. E acabei por perceber que um homem que não tem mulher nenhuma atrás apenas passa a imagem de não ser interessante apenas PORQUE OUTRAS NÃO O ACHAM TAMBÉM. Muito simples. E se ele tiver no mínimo três amigas interessadas ou com quem saia frequentemente, acaba por nos pôr a pensar. 
Queremos fazer parte do grupo dele. Das saídas dele. Queremos que a concorrência saiba da nossa existência. 
Sei que isto não parece ter muita lógica mas se pararmos para pensar, O FRUTO DESEJADO POR UM É DESEJADO POR TODOS. Gostamos de desafios. Mesmo que isso nos traga problemas mais tarde. Porque se realmente conseguirmos ter quem tantas desejaram, podemos sempre mais tarde atirar á cara que:
- Ele tinha muitas amigas bonitas atrás dele mas ficou comigo...



sexta-feira, dezembro 5

A TRISTE HISTÓRIA DE MARIA...OU POSSIVELMENTE A TRISTE HISTÓRIA DE ALGUÉM

- Gosto de estar contigo. És especial. - dissera ele.
E assim começa a triste história de Maria. Que poderia ser mais uma história de felicidade mas, ás vezes, queremos e insistimos tanto nela que acabamos por a afastar para sempre.
Maria gostava dele. Gostava realmente dele. 
- Eu também gosto de estar contigo. Muito. - afirmara ela. Com mais convicção do que devia. 
Sou da opinião que, numa relação, existe sempre um que gosta mais. Um que mostra mais. E sou também da opinião que, até certeza absoluta dos sentimentos de cada um, não nos devemos dar demasiado. Dá aquela ideia de perdidamente apaixonada, o que pode afastar a outra pessoa por achar que pode não gostar assim tanto. O ser humano é muito dado a exageros quando se trata de mostrar sentimentos. Acabamos por mostrar muito mais do que aquilo que queremos. Ou devemos. 
Maria mostrou o que sentia. Não só com palavras mas com gestos. 
O piquenique na praia. O hotel de cinco estrelas. As prendas.
Ele gostava disso, sentia-se mimado, seguro, feliz da vida por ter alguém assim. Que cuidasse dele. Que lhe fizesse as coisas sem terem nenhuma responsabilidade ou assumirem o que quer que seja.
Ele queria uma relação assim. Segura mas livre e aberta o suficiente para poder conhecer possíveis pretendentes. 
Ele dava valor ao que ela fazia. Mas não valor suficiente para investir em algo. Gostava dela. Muito. Mas não o suficiente para lhe agradar.
Maria adorava fazê-lo feliz e mal notava o facto de só ela se esmerar em certas coisas. Era ela que controlava aquilo. Ela que mimava-o....
E não notou durante muito tempo. Tempo suficiente para ele começar a ter menos tempo para ela. Saírem menos vezes. Falarem menos vezes. 
E Maria começou a exigir as mesmas coisas que ela própria lhe fazia.
- Nunca me fizeste nada romântico. Nunca fizeste nada diferente por mim. É só sexo e conversa. É só saídas banais, conversas e sexo. 
E ele pensou, por momentos, em como iria explicar-lhe as coisas:
- Não é só sexo. Se fosse só sexo teríamos poupado as palavras. Se fosse só sexo não teríamos saído do mesmo sítio. Se fosse só sexo tu própria não terias tempo ou vontade de fazer o que fizeste. Somos amigos. Temos uma boa relação. Baseada em amizade, cumplicidade e sexo...
- Mas fiz tanto por ti! - e o olhar dela de frustração conseguiu fazê-lo perceber que tinha acabado de perder o que tinham.
- Nunca te pedi que o fizesses. Não tinhas de o fazer. Gostei, muito. Mas não podes exigir de mim o mesmo.
E Maria percebeu. Precipitou-se. 
Maria lutou. Maria perdeu.
Maria acabou por pressioná-lo sem se aperceber. E afastou-o...



Esta história pode nem ter sentido nenhum mas acredito que possa servir para alguma coisa

Quem não me perde de vista

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