quinta-feira, maio 26

DIÁRIO DE UMA BISSEXUAL - O INÍCIO IV

Como eu já devo ter afirmado antes, o sexo é um jogo e cabe-nos a nós decidir quem serão os jogadores. E quantos jogarão. Sim! Porque ninguém disse que tinha de ser unicamente a dois. E aprende-se tanto em grupo!
As pessoas têm propensão a achar grotescos, absurdos ou mesmo nojentos os swings, bacanais e outras experiências do género. Já o criticam quando feito a três, o que dizer quando envolve mais do que isso? Por isso adoro contar este tipo de experiências! Sinto-me…diferente e aventureira. É verdade que também ouço todo o tipo de críticas quando as pessoas sabem ou desconfiam das minhas escolhas. Por muito discreta que eu tente ser, toda a gente gosta de falar e criticar. Se estás sempre com a mesma rapariga a divertir-te és lésbica, se sais com um grupo de rapazes já vais praticar algum jogo sexual perigoso.
Incomoda-me por vezes o que dizem, mas incomoda-me muito mais as pessoas não saberem o que significam as palavras que deitam da boca para fora.
Sim, até tenho jogos eróticos perigosos…e depois? Qual é o problema?
O que interessa é que dou sempre a volta por cima para não sair mal. Principalmente quando envolve mais que duas pessoas…
Não me lembro muito bem dos pormenores completos da primeira experiência desse género. Nem á quanto tempo aconteceu. Ou mesmo como começou. Lembro-me do olhar de anseio nos olhos deles. Não esqueço um olhar….principalmente se estiver recheado de perversidade. Quando parece despir-me. E lembro-me que era isso que me estavam a fazer, despir-me com os olhos. 
Éramos amigos…graças a Deus sou uma pessoa rica em amigos de ambos os sexos. E o curioso é que nunca me envolvi com nenhuma mulher do grupo. Acredito piamente que elas não iriam gostar muito de uma envolvência sexual comigo. São suficientemente hetero para não pensarem nisso! Mas sempre me respeitaram e nunca criticaram a forma como eu agia ou aquilo que diziam sobre mim.
Dos pormenores sórdidos, esses, lembro-me dos que mais me marcaram. E já são muitos! Afinal, foi a primeira. Não me podia esquecer do melhor. O importante são os factos, não o porquê ou o como. O desenvolvimento é que mexe comigo.
Lembro-me de se aproximarem de mim, a meio de uma conversa. Um deles tocou-me ao de leve num seio, por cima da camisola. Acho que sorriu. Um sorriso cínico e obsceno. Foi quando senti o outro atrás de mim, enlaçando-me pela cintura e depois a morder-me o pescoço.
Nessa altura não me apercebi muito bem do que se passava. Sabia o que eles pensavam de mim. O quanto admiravam o meu corpo e o quanto não se importavam de me possuir se eu deixasse. Diziam-me muitas vezes que adoravam as minhas ancas…os meus seios…
A um certo momento, pareceu-me ouvi-los falar de uma rapariga qualquer mas não me apercebi da conversa. Estaria já com uns copos a mais no cérebro?
O que conta é que só me apercebi das coisas quando o elemento de quem eles falavam apareceu.
Tinha a minha altura, se bem me lembro, loira e de olhos vivos e azuis. Lembrava-me dela vagamente daquele grupo de amigos. Costumava aparecer uma ou duas vezes. Nem me conseguia lembrar o que fazia ali com aqueles dois e muito menos de onde ela surgira. Ia jurar que estávamos sozinhos.
Caminhou na minha direcção mas pareceu-me que nem era a mim que queria. Lembro-me de ter beijado o que me estava a acariciar o seio e de lhe dizer algo ao ouvido. E então apercebi-me que ela só o iria ter se aceitasse partilhá-lo connosco. Se todos pudéssemos entrar no jogo. E lembro-me de a ter ouvido dizer que não queria partilhar. Do olhar de desprezo que me lançou e da pergunta:
- Porque tem de ser ela? - Mas não me ocorre a resposta ao certo.
Talvez porque ele queria que assim fosse…
Coitada! Senti uma pena imensa. Tal como eu, estava ali às cegas. Não contava com aquilo. A diferença entre nós era que eu, pelo menos, estava preparada para tirar proveito da situação.
 Acho que ela acabou por se conformar que eu entraria porque avançou para mim e sussurrou-me ao ouvido «Espero que ao menos valhas a pena!».
Se vali ou não, não sei. O que sei é que me trouxeram uma cadeira, onde me sentei em frente a um deles. Admirei-o desde a ponta dos pés até aos fios de cabelo. E é impressionante como só conseguimos realmente “ver” uma pessoa em alturas como aquela. Por mais que os conhecesse, só naquele momento estava a admirá-los com real atenção!
Para mim um rapaz não necessita de ser lindo. Basta ter charme. Sex-appeal. Pode ter a nota mínima de beleza mas nunca a mínima de erotismo. Admito que um bom “coro” me excita.
Saber estar.
Um olhar.
A forma de ser.
Mas não pensem com isto que me satisfaço com qualquer um. Ou que não ligo a um bom corpo. Ligo sim! Adoro um bom corpo musculado ou, no mínimo, atraente.
…Ordenou-me que o chupasse. E eu…bem, por aquela altura não tinha mais nada que fazer, então chupei.
Que tinha a perder? Mais uma experiência? Iria entrar para o meu currículo tal como todas as outras. As passadas e as que se seguiriam. E nenhuma delas me iria assustar.
Suguei-lhe o membro com dedicação. Com alma. E ele ia gemendo e pedindo mais. Eu passava a minha língua pela ponta, de forma bem suave, e sentia-o a arrepiar-se de prazer. Descia pelo membro abaixo em movimentos lentos e sinuosos.
 E ao nosso lado, o casal de namorados fazia exactamente o mesmo, em movimentos sincronizados. Se eu parava, ela parava. Como se tudo dependesse de mim. Do meu desempenho.
Ele agarrou-me pelos cabelos e pediu o dobro. Ajudou-me nos movimentos, como se me estivesse a possuir a boca, e eu sentia-me realmente inspirada! As suas investidas eram fortes, forte a sua vontade…. Mas no entanto, de vez em quando ia olhando para ele. E foi num desses momentos que me apercebi dos olhares trocados entre os dois amigos. E ela também se apercebeu.
Para mim aquilo significava apenas uma coisa: era a vez de as meninas brilharem!


2 comentários:

Jorge disse...

Hummm
Excelente e excitante relato de um swing delicioso. Ficou por aí?

«_FP_» disse...

aguardo ansiosamente para saber se realmente as meninas brilharam ou nao :P

beijos

Quem não me perde de vista

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