DIÁRIO DE UMA BISSEXUAL

Ainda hoje me pergunto como permiti que toda aquela brincadeira começasse. É claro que era a festa de final de ano e é claro que ao mesmo tempo era o meu aniversário. Pois…aí está a razão para eu confiar nas pessoas que organizaram a festa. Precisamente porque eu merecia que alguém preparasse algo em grande sem que essa pessoa fosse eu. Acredito piamente que se eu tivesse recusado que os meus amigos tratassem da festa eles nunca mais me falariam.

- Deixa tudo connosco! – Pediram eles.

- E porque não? – Foi a minha resposta, ainda com uma pequena dúvida escondida no meio das palavras. Na verdade sentia-me demasiado cansada para preparar fosse o que fosse. Nem sequer pensava festejar nada. Não ia fazer propriamente dezoito anos.
Eu deveria ter desconfiado que o entusiasmo deles não era normal. Fora o primeiro ano em que decidiram organizar-me a festa de anos. Deveria ter suspeitado quando me perguntaram se poderiam fazer tudo á maneira deles.
Deveria…mas não desconfiei. Não poderia ser assim tão mau visto ser só uma festa inserida numa outra muito maior como era o início de um novo ano.
Sem dúvida que eu não sabia o que me esperava mas, mesmo assim, só lamento não ter tirado as fotos dos grandes momentos. Os que mudaram a minha pessoa. O meu eu interior mas também o exterior.

Sim, ontem foi sem dúvida a noite mais estranha da minha vida. E hoje acordei completamente ressacada e com vontade de telefonar a alguém. "

Começou por volta das nove da noite num bar que eu não apreciava muito mas que fora o único que eles conseguiram alugar só para o grupo. E eu não fazia a mínima ideia de quem eles teriam convidado para além do grupo normal. Éramos dez ao todo mas eu sabia que eles queriam festa á séria, provavelmente até teriam convidado mais umas quantas pessoas que eu não conhecia muito bem.
Claro que acabei por adorar a surpresa que me fizeram. A decoração, o bolo que tinham encomendado e até a música que passaram nessa noite (a minha melhor amiga tinha feito uma selecção especial). E tal como tinha previsto, não conhecia metade das pessoas a não ser de vista. Eram amigos dos meus amigos, pessoas completamente aparte do grupo. Mas eram divertidos e simpáticos. Acabamos por nos envolver todos numa espécie de concurso de bebidas a ver qual de nós bebia mais. Confesso que sou adepta desses concursos idiotas mas que tornam o ambiente animado. Pelo menos a mim tornam.
Mas também tenho de admitir que não lido muito bem com a bebida. Não estou habituada a lidar com o álcool como certas pessoas, neste caso metade dos convidados, por isso ninguém estranhou que depois de três míseros copos de uma mistura qualquer que levava vodka, eu já estivesse ainda mais estouvada do que realmente sou. Ou vomitava tudo ou transformava-me. Foi mais a segunda opção. E foi aí que tudo se tornou mais interessante. Admito que estava podre de bêbeda mas sabia perfeitamente o que estava a fazer, só me sentia mais leve e solta.
Marta aproximou-se de mim. Não fazia parte do meu grupo de amigos e nem a conhecia de lado nenhum. Se bem que a cara dela não me era completamente estranha naquele momento.
- Estamos a divertir-nos ou não? – Perguntou-me com um sorriso.
- Sim. – Foi o que me saiu nesse momento. Um simples “sim”.
- Parabéns princesa!
Eu sorri. Na verdade aquela frase soou demasiado suave aos meus ouvidos. Ela olhava-me de uma forma estranha. Contemplava-me desde a ponta dos meus pés até ao fio dos meus cabelos.
- Obrigada querida. – Foi o que respondi. E juntei-me ao meu grupo, já tão animado como eu.
E se não fosse o súbito interesse dela em mim, algo que eu estava a estranhar nessa noite, eu nunca mais me teria lembrado do seu rosto jovem mas que parecia conter toda a sabedoria do mundo. Não me perguntem em quê porque por esta altura as ideias ainda se estão a mostrar aos poucos, assim como certos pormenores mais obscenos do que se passou nessa noite.
O que interessa realmente salientar aqui (que é algo que certamente não contarei aos meus netos) é que no final da festa e já sem nada mais para beber, eu e a tal de Marta acabamos por ser as protagonistas de um strip poker decadente. Acredito que alguém ali estava a tentar, e a conseguir, que cada uma de nós perdesse. Mas o pior da noite nem foi o strip! O acto de nos despirmos com a maior sensualidade do mundo foi apenas o preliminar de tudo. O prólogo de uma história que parece que se pode repetir. O que importa mesmo é que eu e Marta, depois de tudo, acabamos por nos envolver de uma forma que eu nunca pensara envolver -me com uma mulher.
Confesso que ainda não estou em mim. Foi apenas um jogo.
Uma aposta. Uma brincadeira inofensiva. Na verdade uma festa para ser festa não deve ter regras ou proibições. E só o facto de pensarmos na palavra regra já tornava tudo demasiado sério. No fundo, éramos simples adolescentes nessa noite. E como bons adolescentes, acabamos por escolher um jogo mais viciante e divertido. Verdade ou Consequência? Ela escolhera a segunda hipótese e, para tal, teria de beijar-me.
Claro que pensei que ela não faria. Pelo menos com tanta vontade como aquela que demonstrou quando me agarrou no rosto e aproximou os seus lábios dos meus.
- Que vais fazer? – Perguntei eu, já nervosa mas sabendo perfeitamente que ela ia mesmo fazer aquilo.
Ela nem respondeu. Então fechei os olhos e deixei-me levar, sob os olhares atentos e alguns risos dos meus melhores amigos.
- Vá Miss! Esta poderá ser a melhor noite da tua vida! – Ouvi alguém dizer.
A melhor não foi mas sem dúvida que foi a mais ousada. E como ousada que sou, atrevi-me a manter os meus olhos fechados e a entreabrir os meus lábios quando senti os dela a tocarem-me.
Cálidos. Suaves. Agora que me lembro, sabiam a morango. Eu adoro o sabor e o cheiro a morango. Talvez o facto de saber tão bem me tivesse deixado ficar ali, a sentir os seus lábios e a devorar os dela.
E posso arranjar mil e uma desculpas para ter gostado tanto. A sua essência, o sabor, a afeição, a ternura do momento, o facto de imaginar que seria um homem talvez…como disse, mil e uma. Mas a realidade é que estaria a mentir. Nem eu própria sei porque me mantive ali ou porque gostei tanto. O que interessa é que quando os nossos lábios se separaram, senti que algo demasiado bom tinha acabado. Fiquei triste? Oh meu Deus! Agora que penso nisso, fiquei mesmo triste.
Afinal não estava assim tão bêbeda. E acordei com vontade de ligar-lhe. Afinal tinha de lhe agradecer o facto de me ter trazido a casa. Se ao menos tivesse o número ou a morada dela…dava-me a um certo trabalho.
Antes de mais deixem que vos diga que me considero uma rapariga com muita sorte. Eu quero, eu posso e…vejam lá que tenho mesmo! Isto tudo para não se admirarem se vos disser que dentro do bolso do meu casaco, bem enrolado numa espécie de post-it, estava
Marta
91******* (claro que não podia colocar aqui o número)
(Falta saber como foi lá parar sem eu ter dado por isso…)
O destino estava a oferecer-me sinais? O número na minha mão como se na mente dela tivesse surgido uma espécie de visão do futuro. Uma necessidade de eu lhe ligar.
Admito que foi mesmo sorte mas sou obrigada a confessar que não soube o que fazer com isso. Ligar a dizer o quê? Um simples obrigado seria muito mau, muito pouco na verdade. Ninguém telefona a outra pessoa só com o intuito de dizer um obrigado por qualquer razão que seja. Ou estarei errada? Acabei por arriscar. Se não se arrisca em nada, vive-se sempre na duvido do “Como seria se…?”.
Marquei o número e do outro lado ouvi uma música qualquer sobre acreditar no amanhã. Sonoridade fantástica mas desnecessária.
- Sim? – Ouvi uma voz feminina do outro lado atender.
- Marta? – Perguntei eu numa espécie de receio de me ter enganado. Nunca se sabe…
- Sim, é a própria. Quem fala?
A princípio pensei desligar. Falta de educação. Sou uma tarada admito mas nunca uma mal-educada. Segui em frente.
- Olá. É a aniversariante. – Achei que seria interessante não me identificar pelo nome mas sim por um adjectivo. E fiquei deveras contente quando ela pareceu lembrar-se de mim.
- Bom dia Miss! Não pensei que ligasses mesmo! – Notei a incredulidade do outro lado.
Eu adoro estas pessoas. Pessoas que basicamente te apresentam o que fazer de seguida á tua vida e que depois parecem incrédulas quando as fazes mesmo. E por segundo fiquei a pensar no que ela estaria então a pensar quando deixou lá ficar o seu contacto.
- Mas liguei. – Foi a minha resposta seca e rápida.
- Fico contente.
- Na verdade só liguei para agradecer a companhia até casa. Não era necessário.
Ouvi um riso do outro lado. E continuei:
- Se não tivesses deixado o número acho que ia acabar por perguntar por ti a alguém.
- E eu sinto-me lisonjeada em saber isso. – Disse ela. – Na verdade querida, estou um pouco ocupada de momento mas quero ouvir os teus agradecimentos em pessoa. Porque não nos encontramos para um café? Assim também nos conhecemos melhor, afinal parece que fui á tua festa de anos.
- Parece que sim. – Ri-me – O café parece-me bem. Pode ser amanhã? Só regresso ao trabalho daqui a três dias.
- Parece-me óptimo, minha querida. Até amanhã.
Agora falando a sério: acreditem que foi o maldito telefonema que desenvolveu tudo o resto.
Vista bem de perto e ligeiramente mais sóbria, Marta era um encanto. Uma bela morena de um metro e sessenta e cinco de altura. Eu tenho um e sessenta…estava mais ou menos á altura. Durante o dia tinhamos trocado umas mensagens a confirmar o café e a tratar de escolher um sítio bem agradável.
Eu cheguei primeiro. O costume. Quando fico nervosa adianto-me sempre. E agora vocês perguntam-se porque estava eu nervosa. E não vou saber responder mas confesso que é sempre assim. Fico ansiosa e nervosa quando se trata de conhecer uma pessoa nova.
E ela chegou depois vestida de negro. Uns jeans tão apertados que pareciam uma espécie de segunda pele. O que trazia por baixo do seu casaco de cabedal só soube depois, mais para a frente. Aparte a sua indumentária, ela era realmente bonita. De certeza que naquela noite ela abusara da maquilhagem porque só lhe vira brilho mas, naquele momento, o seu rosto era muito mais delicado e bonito. E era simpática e interessada. Durante o café dei comigo a falar imenso sobre mim sob o seu olhar fascinado. O que me incomoda nas pessoas são esse tipo de olhares. Arrepiam-me e deixam-me sem nexo. Claro que ela não estava fascinada com a história da minha vida! E tive a certeza disso quando me fez o convite para irmos até casa dela.
- Já falaste de ti, acho que agora posso mostrar-te o meu mundo. – Sugeriu.
Sorri. Os seus olhares, os seus gestos quando ela olhava para mim…eu não podia fingir sempre que era completamente ingénua. Só os relatos até aqui já mostraram algo que eu raramente sou, calma. Vamos então às verdadeiras aventuras. Porque quando eu sorri já sabia que iria aceitar o convite.
Entramos para o seu carro. Um Leon negro. Estava mais que provado que, tal como eu, adorava tudo em cores bem mortas.
O seu apartamento não era muito longe dali. Vivia sozinha claro, só assim se explicava um convite para o “seu” mundo. A viagem foi curta. Deu para ela falar um pouco de si.
- Há algo que gostava que soubesses sobre mim. – Confessou. – E espero que não te queiras ir embora depois do que te vou dizer.
Olhei para ela com um sorriso no canto dos lábios. É claro que não me iria surpreender.
- Diz lá.
Acredito que o meu á-vontade lhe deu mais coragem para confessar o crime, salvo seja.
- Eu sou bissexual…- E fez-se silêncio. Não disse absolutamente mais nada. Nem eu disse, mas mantinha o meu sorriso. Isso até chegarmos ao nosso destino.
E como para mim não existe nada mais constrangedor do que um silêncio de morte depois de uma frase daquelas, decidi quebrá-lo no elevador.
- Isso não me diz nada a sabes? É-me igual.
Ela olhou-me, completamente embasbacada e sorriu. Um sorriso orgulhoso sabem? Aqueles que surgem quando pensamos que algo vai correr mal que acaba por correr demasiadamente bem.
- Estás a falar a sério? – Perguntou-me, ainda surpresa.
- Não sei porquê tanta admiração! Para mim essas coisas não mudam nada.
- E eu a pensar que te iria surpreender! – Admirou-se ela. Claro que ela não me conhecia e muito menos perguntou algo sobre mim a respeito do assunto ou alguém lhe teria dito que não me choco com nada e levo tudo numa boa. A partir desse momento ficou a saber.

O espaço interior era acolhedor. Mas claro que não descrever aqui o espaço ou mesmo as cores vivas que gritavam ali. Aqui interessam os actos em si. Ela mostrou-me a casa e pouco depois fomos sentar-nos num pequeno sofá instalado a um canto do quarto.
- Tens uma casa agradável. – Elogiei.
- Com muitas histórias para contar. – Completou ela.
Soltei uma pequena risada.
- Imagino…
Ela aproximou-se mais de mim.
- Imaginas mesmo?
E á medida que se aproximava eu ia sentindo cada vez mais o seu perfume. Amêndoa? Aquilo era mesmo amêndoa? Os seus lábios iam-se aproximando dos meus e foi quando senti as suas mãos a tocarem-me numa perna.
Mil e uma coisas me vieram á cabeça naquele momento mas só dei atenção a uma. E então voltei a fechar os olhos e a saborear os beijos quentes que trocamos.
E de tão quente que era acabamos por nos deixar levar ainda mais. Não a afastei quando ela me mordeu o pescoço e muito menos quando a senti a acariciar-me os seios já erectos sob a camisola. Aquilo estava mesmo a excitar-me! E eu no fundo ainda estava confusa com tudo aquilo. Era bom demais mas não deveria acontecer. Porque raio é o fruto proibido o mais apetecido? E porque raio estou eu a compará-la a um fruto proibido? Não estava propriamente a beijar um homem casado.
Neste momento admito que falo no assunto sem preocupações mas naquele tempo acredito que preferia mil e uma vezes andar envolvida com um homem casado ou algo mais condenável pela sociedade. Não é fácil. É verdade que a bissexualidade e o lesbianismo vivem em casas diferentes mas não deixa de ser mais difícil lidar com isso. As parecenças estão lá e as críticas também, principalmente as que misturam tudo. Ao fim e ao cabo envolver-se com alguém do mesmo sexo é envolver-se com alguém do mesmo sexo. Bissexualidade ou Lesbianismo…ninguém se dá ao trabalho de perceber as coisas.
Não me arrependo de nada. Ultrapassei as barreiras que a minha própria cabeça me impunha e fi-lo sozinha. Não me arrependi de a deixar despir-me lentamente e empurrar-me até á casa de banho. Ou de deixar que ela me lambesse os mamilos com sofreguidão e desejo. E adorei agarrar-lhe naquele traseiro enorme e aperta-lo para mim enquanto a beijava. Não iria permitir que ela fosse a experiente. Era a minha primeira vez com um a mulher mas não seria muito diferente certamente do que com um homem.
Sou da opinião que nestes momentos podemos perfeitamente não pensar em penetração se os preliminares nos podem levar á lua. Nós mulheres temos o vício de pensar em enfiar tudo em nós acreditando que só assim ficaremos saciadas. Não é bem verdade. Não totalmente. Depende muito de quem está connosco. Admito que eu própria consigo excitar-me sem enfiar algo ou algo de alguém dentro de mim. É uma questão de técnica. Certo? Mas isso eu não vou explicar agora.
Lembro-me de ter pensado que a língua dela era a coisa mais fantástica que eu já sentira. Mas a minha também era e ela tinha de saber. Então, já despidas debaixo do chuveiro, desci a minha língua pelo seu pescoço. Ela agarrou-se á torneira e ligou o chuveiro, deixando-me arrepiada com as primeiras gotas. Uma coisa passageira porque estava demasiado concentrada a chupar-lhe o lóbulo da orelha até a sentir arrepiar-se. Acabei por não resistir a acariciar-lhe um seio. Ela gemeu….maldita a hora! Não suporto um gemido! Fiquei maluca. Já devem ter adivinhado que por aquela altura já nem me importava se quem eu tinha era homem ou mulher, contando que me satisfizesse.
Descontrolei-me e apertei-lhe o traseiro bem firme, obrigando-a a aproximar-se ainda mais do meu corpo. Colocou-se de costas para mim, os seus seios a roçarem os azulejos gelados e escorregadios, a água morna a deslizar pelo corpo. Algo a que já nenhuma de nós ligava. Eu sabia que os seus olhos rejubilavam de desejo e voltei a apertar-lhe o seio, desta vez com ousadia, só para a ouvir gemer mais uma vez e com mais intensidade. Ficou completamente desnorteada e, agarrando na minha mão, com uma brusquidão que ainda não lhe conhecia, fê-la descer até ao seu sexo. Assim…sem mais nem menos. Doida…
Tomei a liberdade de roçar a minha mão nessa zona e ouvir a sua reacção. Mais uns quantos gemidos que já me estavam a descontrolar por completo. E de tão descontrolada que estava (e ansiosa por lhe mostrar que também sabia uns truques), acabei por meter dois dedos dentro dela. Ela não esperava aquele movimento e então gritou de prazer. E eu ia roçando o meu corpo nela e tornando os meus movimentos cada vez mais bruscos. O prazer dos outros é o meu prazer. Acreditem que sim. Não descansei enquanto não a ouvi implorar por um orgasmo.
E o que se seguiu foi isso mesmo. O orgasmo mais sincero e intenso que eu já sentira indirectamente. Os movimentos ritmados. Controlados e sensuais. Os gemidos… As nossas línguas nos corpos….sempre que me lembro disso fico arrepiada. A minha pele transpira. Os meus olhos resplendecem. E muitas vezes ainda sonho com esse momento. O duche sensual. A boca dela a sorver-me o pescoço enquanto as mãos me exploravam bem lá no meio. A água a escorrer nos corpos. Eu a bebê-la sensualmente. A sugá-la. Os nossos mamilos cada vez mais rijos, a pedirem mais e mais…As minhas mãos a invadirem-na. A violarem-na por completo. As minhas costas a roçarem nos azulejos frios, mas não demasiado para acabarem com a excitação. E a água continuava a escorrer pelos nossos corpos… Não será novidade se vos disser que uma mulher molhada é verdadeiramente sensual.
Os gritos dela. A mexerem comigo
As dentadas. Que eu senti na pele quando chegou a minha vez de ter prazer a sério
Os beijos molhados. E um novo orgasmo…desta vez especial. Porquê? Bem, talvez porque era a minha primeira vez com uma mulher e não a dela. Tudo se torna diferente. Tudo é visto e sentido a dobrar como se o nosso corpo fosse puro novamente. O mesmo nervosismo, o tremor e paixão. O orgasmo sincero…menos a dor.

E era óbvio que uma mulher daquelas não podia ser afastada da minha vida. Iniciou-me em algo que nunca imaginei. Uma vida que escolhi de bom grado. Com ela começo u, talvez pudesse continuar. Nunca a poderia afastar. E não afastei. Como poderia deixar de falar, deixar de ver a pessoa que me dera a conhecer outro mundo e me levara ao verdadeiro arrebatamento?! A uma verdadeira experiência erótica!?
Marta é aquele tipo de mulher que nos pode ensinar tudo, basta pedir. Vive no seu mundo duplo e rodeada de luxúria. Marta é uma espécie de sósia minha, que vive tudo ao máximo e controla tudo ao seu redor. Se não for assim de que outra maneira se pode viver o sexo?
"Sempre me avisaram que cada escolha tem a sua consequência. Escolhi as minhas experiências, as minhas sensações, o meu prazer e companhia. Podia até ter ter escolhido as pessoas mais recatadas que elas sempre iriam existir...as consequências de actos.
Não é fácil andar na rua de cabeça levantada depois de alguém desconfiar ou ter a certeza.
Não é fácil olharem para mim e imaginarem que eu, com este meu rosto e maneira de ser tão banal, tenho este tipo de experiências, este tipo de escolhas. Imaginam-me a fazer de tudo menos isso. Posso mesmo dizer que me imaginam a mim a ser dominada. Eu a presa indefesa que todos querem comer e eles os lobos maus.
No fundo eu sou indefesa. Sempre fui.
Ingénua.
Calma.
Absorta em coisas desnecessárias...
Talvez por eu ser assim todos me queiram proteger. Ou não. Nunca vou saber.
Nem nunca vou saber se realmente essa protecção é porque um dia lhes dei, ou eles têm a esperança que lhes dê, sexo. No fundo existe um preço a pagar por tudo o que cometemos.
Vou pagando esse preço a pequenas prestações todos os dias, ao mesmo tempo que vou gozando. Sempre vou pagar e vou! O certo é que ainda hoje me olho ao espelho e me pergunto quem sou?, como e porque me meti nisto?.
Porque é bom?
Porque apesar de tudo conheci pessoas que sem saberem me treinaram para esta vida. Me trabalharam, me aperfeiçoaram, me idolatraram.
E eu, que sempre fui um patinho feio rodeada de lindas meninas cisnes, tornei-me o que sou hoje...desejada sem necessitar de mais perfeição.
- Mudaste imenso. Tás mais sensual! - dizem-me por várias vezes.
Mudei...talvez. Afinal se não as posso vencer...
...tenho de ser uma delas!!!!!"

Já o conhecia perfeitamente bem. Sabia o que ele queria quando me olhava com os seus olhos castanhos recheados de desejo. Ele nunca soube mas eu apercebia-me sempre das vezes que ele me observava de cima a baixo, como a tirar-me todos os moldes do corpo. E também sabia o que iria acontecer quando ele me convidou para sair. Tenho de estar sempre um passo á frente para nunca me surpreender. Sabia todos os planos e objectivos e mesmo assim aceitei. E porque não? Ele era giro, muito giro e super excitante. O seu modo de falar mexia comigo de tal maneira que pensava muitas vezes em como o abordaria se estivessemos sozinhos.
E um dia estivemos mesmo. O tal convite...
Um pequeno passeio onde nem chegamos a sair do carro. Paramos debaixo de uma chuva que prometia não ficar por ali. E tudo começou com uma conversa banal, como começa sempre. Tudo começa assim comigo.
Não sei a partir de que momento senti uma vontade enorme de lhe saltar para cima, creio que desde que saí de casa para entrar no carro dele a vontade cresceu perante as ideias que me passavam na cabeça. Sempre considerei os meus pensamentos mais perigosos que as minhas próprias palavras e isso arrepia-me toda.

Sabia que ele queria tocar-me tanto como eu o queria e, numa brincadeira, deixei que o fizesse. Vi o quanto ele adorou isso pela sua tesão que também ele me deixou sentir. Palavras para quê? O seu mastro estava duro o suficiente, não precisava de mais nada para me atirar de cabeça. E de boca.
Ele pediu em tom de brincadeira para que o provasse. Queria sentir os meus lábios a chupá-lo intensamente, sentir do que eu era capaz...
Se ficou ou não satisfeito eu não sei, o que sei é que chupei-lhe o pau com dedicação e lambi-o até á exaustão, até ele me mendar parar para realizar a vontade que tinha de me comer. E que bem que ele me saboreou! Lembro-me de o sentir a colocar-se em cima de mim e elevar-me as pernas para me poder possuir. Um homem com uma vontade eléctrica! Fodeu-me com tanta velocidade que senti-me a esmorecer mas, ao mesmo tempo, ficava ainda com mais vontade.
As suas investidas eram fortes e profundas. Fodia-me como se a sua vida dependesse de me ter. Daquele momento em si...e era completamente ordinário. Estava fora de si e isso punha-me fora de mim!
É possivel sentir-se um carro a mexer perante tanto movimento?
Do melhor sexo possivel e imaginário...puro e ordinário.
Acho que já vos disse que adoro homens ordinários...não?"

by google ( o carro original é muito mais giro)
Como eu já devo ter afirmado antes, o sexo é um jogo e cabe-nos a nós decidir quem serão os jogadores. E quantos jogarão. Sim! Porque ninguém disse que tinha de ser unicamente a dois. E aprende-se tanto em grupo!
As pessoas têm propensão a achar grotescos, absurdos ou mesmo nojentos os swings, bacanais e outras experiências do género. Já o criticam quando feito a três, o que dizer quando envolve mais do que isso? Por isso adoro contar este tipo de experiências! Sinto-me…diferente e aventureira. É verdade que também ouço todo o tipo de críticas quando as pessoas sabem ou desconfiam das minhas escolhas. Por muito discreta que eu tente ser, toda a gente gosta de falar e criticar. Se estás sempre com a mesma rapariga a divertir-te és lésbica, se sais com um grupo de rapazes já vais praticar algum jogo sexual perigoso.
Incomoda-me por vezes o que dizem, mas incomoda-me muito mais as pessoas não saberem o que significam as palavras que deitam da boca para fora.
Sim, até tenho jogos eróticos perigosos…e depois? Qual é o problema?
O que interessa é que dou sempre a volta por cima para não sair mal. Principalmente quando envolve mais que duas pessoas…
Não me lembro muito bem dos pormenores completos da primeira experiência desse género. Nem á quanto tempo aconteceu. Ou mesmo como começou. Lembro-me do olhar de anseio nos olhos deles. Não esqueço um olhar….principalmente se estiver recheado de perversidade. Quando parece despir-me. E lembro-me que era isso que me estavam a fazer, despir-me com os olhos. 
Éramos amigos…graças a Deus sou uma pessoa rica em amigos de ambos os sexos. E o curioso é que nunca me envolvi com nenhuma mulher do grupo. Acredito piamente que elas não iriam gostar muito de uma envolvência sexual comigo. São suficientemente hetero para não pensarem nisso! Mas sempre me respeitaram e nunca criticaram a forma como eu agia ou aquilo que diziam sobre mim.
Dos pormenores sórdidos, esses, lembro-me dos que mais me marcaram. E já são muitos! Afinal, foi a primeira. Não me podia esquecer do melhor. O importante são os factos, não o porquê ou o como. O desenvolvimento é que mexe comigo.
Lembro-me de se aproximarem de mim, a meio de uma conversa. Um deles tocou-me ao de leve num seio, por cima da camisola. Acho que sorriu. Um sorriso cínico e obsceno. Foi quando senti o outro atrás de mim, enlaçando-me pela cintura e depois a morder-me o pescoço.
Nessa altura não me apercebi muito bem do que se passava. Sabia o que eles pensavam de mim. O quanto admiravam o meu corpo e o quanto não se importavam de me possuir se eu deixasse. Diziam-me muitas vezes que adoravam as minhas ancas…os meus seios…
A um certo momento, pareceu-me ouvi-los falar de uma rapariga qualquer mas não me apercebi da conversa. Estaria já com uns copos a mais no cérebro?
O que conta é que só me apercebi das coisas quando o elemento de quem eles falavam apareceu.
Tinha a minha altura, se bem me lembro, loira e de olhos vivos e azuis. Lembrava-me dela vagamente daquele grupo de amigos. Costumava aparecer uma ou duas vezes. Nem me conseguia lembrar o que fazia ali com aqueles dois e muito menos de onde ela surgira. Ia jurar que estávamos sozinhos.
Caminhou na minha direcção mas pareceu-me que nem era a mim que queria. Lembro-me de ter beijado o que me estava a acariciar o seio e de lhe dizer algo ao ouvido. E então apercebi-me que ela só o iria ter se aceitasse partilhá-lo connosco. Se todos pudéssemos entrar no jogo. E lembro-me de a ter ouvido dizer que não queria partilhar. Do olhar de desprezo que me lançou e da pergunta:
- Porque tem de ser ela? - Mas não me ocorre a resposta ao certo.
Talvez porque ele queria que assim fosse…
Coitada! Senti uma pena imensa. Tal como eu, estava ali às cegas. Não contava com aquilo. A diferença entre nós era que eu, pelo menos, estava preparada para tirar proveito da situação.
 Acho que ela acabou por se conformar que eu entraria porque avançou para mim e sussurrou-me ao ouvido «Espero que ao menos valhas a pena!».
Se vali ou não, não sei. O que sei é que me trouxeram uma cadeira, onde me sentei em frente a um deles. Admirei-o desde a ponta dos pés até aos fios de cabelo. E é impressionante como só conseguimos realmente “ver” uma pessoa em alturas como aquela. Por mais que os conhecesse, só naquele momento estava a admirá-los com real atenção!
Para mim um rapaz não necessita de ser lindo. Basta ter charme. Sex-appeal. Pode ter a nota mínima de beleza mas nunca a mínima de erotismo. Admito que um bom “coro” me excita.
Saber estar.
Um olhar.
A forma de ser.
Mas não pensem com isto que me satisfaço com qualquer um. Ou que não ligo a um bom corpo. Ligo sim! Adoro um bom corpo musculado ou, no mínimo, atraente.
…Ordenou-me que o chupasse. E eu…bem, por aquela altura não tinha mais nada que fazer, então chupei.
Que tinha a perder? Mais uma experiência? Iria entrar para o meu currículo tal como todas as outras. As passadas e as que se seguiriam. E nenhuma delas me iria assustar.
Suguei-lhe o membro com dedicação. Com alma. E ele ia gemendo e pedindo mais. Eu passava a minha língua pela ponta, de forma bem suave, e sentia-o a arrepiar-se de prazer. Descia pelo membro abaixo em movimentos lentos e sinuosos.
 E ao nosso lado, o casal de namorados fazia exactamente o mesmo, em movimentos sincronizados. Se eu parava, ela parava. Como se tudo dependesse de mim. Do meu desempenho.
Ele agarrou-me pelos cabelos e pediu o dobro. Ajudou-me nos movimentos, como se me estivesse a possuir a boca, e eu sentia-me realmente inspirada! As suas investidas eram fortes, forte a sua vontade…. Mas no entanto, de vez em quando ia olhando para ele. E foi num desses momentos que me apercebi dos olhares trocados entre os dois amigos. E ela também se apercebeu.
Para mim aquilo significava apenas uma coisa: era a vez de as meninas brilharem!
Eu aproximei-me dela. Não porque pediram, mas porque eu já sabia que queriam isso. Abri as pernas e sentei-me em cima dela. Os outros sorriram.
Afinal, eu já sabia porque me tinham escolhido. Porque eu já sabia o que devia ser feito.
Sem ordens.
Sem pedidos.
Sem comentários.
Inconscientemente, já estava tudo calculado.
Comecei por lhe passar a ponta da língua (a minha rica língua!), muito suavemente, pelo pescoço e senti a sua pele arrepiar-se. Com uma mão massajei-lhe um seio, muito carinhosamente, para ela saber o quanto eu valia a pena. Se a princípio não me queria ali, ia acabar por me desejar tanto ou mais do que os amigos.
Quanto a esses, bem, iam observando, excitados, ao mesmo tempo que acariciavam o mastro. Os seus olhares incentivaram-me a continuar e então, rocei-me nela o mais que pude, simulando o acto sexual. Foi quando eles se aproximaram para se juntarem á festa. Enquanto um se aproximou dela e quase a obrigou a engolir-lhe aquele mastro enorme, o outro olhou para mim e pediu-me unicamente para o masturbar sem tirar a minha atenção dela.
Foi o que fiz.
Numa mão tinha um seio, na outra o seu membro duro e vigoroso.
Creio que naquele momento eu era a única pessoa que não tinha ninguém a dar-me prazer. Mas isso não me preocupava. Nunca me incomodei com o facto de, muitas vezes, os parceiros tornarem-se egoístas. Eu adoro dar prazer. E saber que a outra pessoa está a saborear excita-me profundamente!
Além disso, sabia perfeitamente que naquele momento seria uma questão de segundos até as coisas mudarem. E mudaram mesmo!
Cinco minutos depois, estava eu numa cadeira sentada de pernas bem abertas e apoiadas nos ombros de um, a ser comida com brutalidade e ela, a montar avidamente outro. Os movimentos dela contrastavam com as poderosas investidas do meu par. Possuía-me como se a sua vida dependesse disso! E apertava-me os seios com enorme vontade. A outra, cavalgava no membro do rapaz com força. E gemia que nem uma doida! Queria-o. Estava ali porque precisava de o sentir dentro de si.
Alguns minutos depois trocamos. De par e de posição. Até porque me canso de fazer sempre o mesmo. E se antes era eu a ser controlada, passei eu a cavalgar feita desvairada, aquele tipo tão cheio de vontade…
Senti-o agarrar-me o traseiro e apertar-me ainda mais contra ele. Senti a sua boca a chupar-me o mamilo enquanto eu o devorava. E cada chupadela dele me despertava ainda mais vontade de cavalgar. E ia sendo mais bruta. Saltando com mais velocidade.
A outra ia sendo possuída com loucura e depressa teve um orgasmo. E ainda vi, momentos depois, ele a vir-se na sua boca….
O meu par queria acabar em grande. Agarrou-me nas ancas e foi ajudando nos meus movimentos. Forte.
Forte.
Mais e mais.
Quase….
Foi uma noite sem dúvida diferente!
E o meu par acabou por se vir nos meus seios. Uma obsessão qualquer por eles….
Simplesmente divinal.
Confesso que não é muito bom para mim contar estas experiências. Faço-o para dar ânimo a outros, coragem a quem não a tem. Contar isto com determinados pormenores e demasiados nomes, dá-me um estatuto que pessoas como eu temem. Mas como já aqui foi afirmado, ao fugir disto damos mais prazer e confiança a quem nos persegue. E isso nunca! 
O mês de Janeiro começou em grande, mas não tinha acabado por aquelas duas experiências. Isso pensava eu. Ainda bem que tenho muito o hábito de me enganar.
Tiago conheci num jantar de amigos. Já o tinha visto por várias vezes a rondar o meu grupo. Pouco ou nada sabia dele, a não ser que estava noivo. Por mim tudo bem! Não lhe ia faltar nenhum pedaço no dia de casamento.
A primeira vez que me tocou senti-o gemer. Tinha roçado, sem intenção, o seu cotovelo nos meus seios. Seios esses que eu sabia que ele adorava. Digamos que ouvi comentários da parte dele! Mas claro que ele era noivo, não cego! 
Lembro-me de a princípio ter pensado que, por muito que lhe agradassem os meus seios, eu não fazia a seu género de mulher, fosse ele qual fosse. Ou talvez por ele estar prestes a casar, eu o sentia tão difícil. Podia perfeitamente admirar-me com o olhar sem nunca me ter. Pensava eu.
 Até descobrir que isso estava muito longe da verdade.
Apercebi-me que o excitava muito mais do que imaginava e, numa conversa de grupo, ele acabou por dizer que a minha sensualidade o deixava sem palavras. Embaraçado. Bem, os calados são os piores. 
Irrita-me não saber o que pensam de mim. Bem ou mal.
E então apercebi-me do porquê dos seus olhares discretos mas maldosos. Não era nada de mau. Nem ódio, nem indiferença. Era puro desejo carnal. E de certeza que ele não estava preparado para lidar com isso. Não o queria sentir. Não por mim. Talvez porque já ouvira falar de mim. Da minha sexualidade. Da minha forma de ser tão…decidida a ter o que queria. Quem queria.
Da minha variedade…
Admito que foi talvez, a primeira vez que não me insinuei completamente a alguém. Pensei mesmo em esquecer aquele e desistir. Procurar carne nova. E ainda hoje agradeço, em pensamento, á pessoa que teve a magnífica ideia de um passeio nocturno pelo parque da cidade. Antes de nos despedirmos. E agradeço ainda mais o facto de não nos terem procurado quando ambos nos perdemos na escuridão. Talvez o tivessem feito de propósito. Talvez achassem que ele estava a precisar de uma despedida de solteiro diferente.
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E nunca o sexo contra uma árvore foi tão excitante! Ali, no meio de tudo, sabendo que podíamos estar a ser observados. E sei que foi graças a isso que foi tão bom! As suas investidas contra mim, dignas de um filme porno. As suas mãos suadas, a agarrarem as minhas nádegas com força. A sua voz no meu ouvido «És tão boa!». Já disse que adoro homens ordinários? 
E nem acredito que tudo começou inocentemente.
Sem intenção….
Como deve começar tudo...
Como já disse aqui, alguém resolvera dar um pequeno passeio nocturno pelo parque. Eu adoro passeios, apreciar a natureza ou algo do género…principalmente se estiver bem acompanhada.
Acredito realmente que nenhum de nós se apercebeu do momento em que nos afastamos do resto do grupo. Estávamos tão absortos na conversa! Demasiado concentrados um no outro. Sou uma pessoa curiosa. E sim, falo muito. Falamos uns bons minutos, eu quase que juro que estivemos uma hora a passear e falar. E admito que, quando finalmente nos apercebemos que nos tínhamos afastado do resto do grupo não nos atormentamos nada com isso. E, óbvios dos óbvios, sabendo o que ele agora pensava de mim, não o podia deixar escapar…Que querem que diga? Sou carne demasiado fraca para prato tão divinal. 
Paramos num banco de jardim e resolvemos sentar-nos mesmo debaixo de uma árvore. Ouviam-se vozes ao longe, alguém a jogar á bola, mas ver….ver não se via absolutamente ninguém por perto. E sem estar com rodeios, a meio da conversa, levantei-me, encostando-me á árvore, a admirá-lo com um olhar provocador. 
- Tu desejas-me…. - Confrontei-o.
- Sim - admitiu. 
E então lancei a pergunta.
- É por isso que neste momento eu estou aqui de pé e tu aí sentado a admirar-me? - Ele percebeu o recado. Para bom entendedor….
Levantou-se e aproximou-se de mim, enlaçando-me pela cintura para me apertar contra ele.
-És danada - sussurrou-me ao ouvido. E seguiu-se um beijo tão fogoso e erótico que até eu me arrepiei e não resisti a apertar-lhe o membro já teso que ele não conseguia esconder mesmo com as calças largas. 
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Sim…eu não perco tempo com romantismo desnecessário.
Ele encostou-me contra a árvore e não descansou enquanto não acariciou todo o meu corpo. Começou pelos meus seios, com os bicos já tesos, massajando-os por cima da roupa com voracidade. Enquanto isso, ia lambendo o meu pescoço. Sentia a sua língua húmida a desenhar o meu nome. Aquele homem era fogo! Eu continuava com a mão na braguilha das suas calças. E com uma vontade enorme de as tirar. 
Foi quando ele me levantou no ar e eu prendi-o entre as minhas pernas. Graças a Deus que levei minissaia! Ele roçou-se em mim, simulando a penetração, deixando-me completamente maluca e ofegante. Puxei-o para mim e mordi-lhe o lóbulo da orelha. Estava a deixar-me esfomeada. Possuída. Fora de mim.
E com uma mão ele desapertou as calças. 
E com essa mesma mão, tirou para fora o seu membro lindo e delicioso. 
Duro. Enorme. Robusto. Todo para mim. 
E com ela, enterrou-o todo dentro de mim. Só me apetecia gritar de prazer. Gritar que me possuísse á bruta. Me comesse. Me devorasse como se não houvesse amanhã.
Não que ele não o estivesse a fazer. Fodia-me como um animal no cio. Completamente cego de desejo, a deixar-se levar pelos seus instintos primários de sexo.
E ainda o ouvi dizer baixinho «Que se dane a consciência».
 Se antes pensara não trair, naquele momento ter-me era a sua prioridade. 
E eu ia sentindo as suas investidas fortes assim como ia sentindo as minhas costas a roçarem o tronco da árvore. A dor misturava-se ao prazer e era delicioso! 
Ele parou e pediu para eu o chupar. Acabam todos por pedir-me isso… 
-Sempre me perguntei como serias a chupar- confessou. 
Bem, não ia deixá-lo morrer sem saber. Ou casar sem descobrir. Encostou-se á árvore e eu ajoelhei-me. Não existe um ditado que diz “se ajoelhou vai ter que rezar?”, pois eu rezei. Abocanhei-o todo, com vontade, e fui chupando como quem chupa um gelado. A minha língua ia fazendo movimentos circulares de baixo a cima. Ia lambendo a ponta até a mergulhar na minha boca. E ele ia pedindo mais e mais. Estava doido.
-Quero vir-me nas tuas mamas - pediu.  
E eu deixei que ele espalhasse o seu esperma pelos meus seios. E lambi cada pedaço dele. Cada gota. 
Sim, acabei por não me vir. Mas não me importei. Tinha cometido a sacanice do dia.
No final, demos um jeito na aparência e decidimos descobrir onde estava o resto do grupo. Pelo caminho ia provocando-o com palavras. Mas não repetimos.
Entretanto ele casou. É feliz. Mas de vez em quando encontramo-nos na rua e ele sorri. Um sorriso cúmplice. E com a esposa ao lado. E realmente adoro-a. Uma loira estonteante. Mesmo o tipo de mulher com quem sempre o imaginara. Continuamos a falar de vez em quando e creio que ele foi dos únicos rapazes com quem realmente tive prazer de foder. Simplesmente pelo facto de saber que ele não queria casar sem me ter. Por ser a sua fantasia…
Ainda existem homens por aí que davam tudo para poder entrar numa página deste livro mas não posso aceitar tudo. Sou fresca, admito. Mas se eu não o fosse teria tido a vida que tive? A diversão e excitação que muitas procuram? Duvido…
Nessa mesma semana (a terceira desse mês) existiu outra pessoa. É verdade que não somos todos iguais, cada homem é diferente, mas acredito que numa outra vida, Tiago e André (o seguinte) poderiam ter sido irmãos…feições parecidas e até no sexo. Selvagens. 
André realizou a minha desejada e sórdida, mas ao mesmo tempo romântica, fantasia de praticar o sexo numa sala de cinema.
Nome do filme:  
E lembro-me do momento como se fosse ontem…
convite não continha nenhuma espécie de malícia. Pelo menos não da parte dele. Sabia perfeitamente que pensava levar-me para a cama, mas também sabia que ele fazia tudo com calma. Queria primeiro levar-me a ver um filme. Talvez passearmos. E regressarmos a casa sem nada se passar. Achava que teria de me levar com romance. Eu não me importava. Creio que a princípio eu também nem pensava muito nisso. Queria aproveitar a noite na sua excelente companhia.
Só decidimos qual seria o filme na hora H. Não tínhamos planeado nada acerca disso. Tínhamos marcado a hora e o lugar. Fui á boleia até ao local combinado e encontrei-o lá, á minha espera, com o rosto puro e fresco como se aquilo se tratasse de um verdadeiro encontro de apaixonados.
Jantamos num restaurante lá perto. Barato e sem confusão, com a discrição que eu aprecio. E foi no meio de uma conversa sobre fantasias sexuais em geral que ele me confessou nunca ter tido relações numa sala de cinema. Na verdade, eu também nunca experimentara! Ele não acreditou.
- Queres convencer-me - começou ele, - que no meio de tantas fantasias realizadas ainda não cometeste esta loucura?
- Não. Ainda não. – Respondi.
- Inacreditável!
Parecia realmente espantado com a minha resposta. Ou seria antes desapontado? Talvez esperasse que eu o pudesse ensinar.
- Não sei porque estás assim tão surpreendido. Ainda não surgiu oportunidade. Ao contrário do que pensas, a minha vida não é só sexo.
Menti. Era completamente viciada nisso.
Ele sorriu. Claro que não tinha acreditado em mim. Não fui convincente o suficiente. E eu fui fatal.
- Pode ser que realizes isso hoje mesmo….
Não deveria ter dito aquilo. Fui demasiado óbvia. Demasiado atiradiça como lhe costumam chamar Paciência… Ele pareceu gostar da ideia porque mordeu o lábio inferior.
Considero-me realmente afortunada! Posso dizer que sempre tive quem quis. Em parte por me acharem terrivelmente sensual e recheada de sex-appeal. Sei falar, agir e observar de modo atraente mas sem dar a entender o meu objectivo. Sempre discreta. Seduzo um homem com palavras. E na mente dele, cria-se a acção. E nem preciso de usar o tema “sexo”. Todos temos mentes perversas e só as pessoas certas puxam por ela.
Escolhemos o filme que parecia menos interessante. Acho que o escolhi por ter o Brad Pitt e o George Clooney….bem….para mim era interessante o suficiente.
Não foi má escolha. A sala devia ter, no mínimo, dez pessoas. Era segunda-feira…
Decidimos sentar-nos na última fila, bem lá no canto. E quando o filme começou já eu estava com o pau dele na mão, já bem teso por sinal. É o tal efeito que as minhas palavras causam… meio caminho andado. E eu nunca me faço de rogada.
Curioso que nessa noite não tinha levado saia. Raios! Em vez disso, optei por umas calças bem justas para se notar bem as minhas curvas e, principalmente, o meu belo traseiro. Rijo e arrebitado. E uma túnica, decotada claro! Até porque são raras as vezes em que não uso um bom decote. Se tenho o peito que muitas adoravam ter porque não hei-de mostrá-lo? Esconder para quê? A sensualidade de uma mulher não se sobressai se estiver completamente tapada. Nunca devemos ter medo ou tabu em mostrar o que Deus nos deu de mão beijada. Não temos todas a mesma sorte.
Dado o facto de estar assim vestida, teria de improvisar. As calças não seriam impedimento! Aliás, com a quantidade de gente naquela sala e dado o lugar onde estávamos sentados, podia perfeitamente tirá-las e agir como se estivesse em casa.
Sexo para mim não começa sem um bom oral. E se no início do filme eu tive o pau dele na mão, dez minutos depois já o tinha engolido. Lambi. Chupei. Deliciei-me com tudo o que pude e ainda o massajei com prazer. Ele parecia estar a adorar….Pudera. Não conheço nenhum tipo que realmente não admire esses meus dotes.
Mandou-me sentar em cima dele numa espécie de “ensaio” sexual. Sentei-me, voltada para o ecrã. Mas apesar disso, nunca soube bem a história do filme. Estava demasiado ocupada a roçar o meu traseiro nele. E demasiado ocupada a senti-lo duro entre as minhas pernas. Ele ia apertando os meus seios delicadamente. Primeiro, com as duas mãos e depois, com uma só. A outra ia acariciando-me entre as pernas. E tudo isto sem desapertar um único botão das calças. Pura provocação. Preliminares. O que quer que fosse, para ele estava a ser demais!
Sim, continuo a achar que sou uma boa amiga. A melhor de todas.
Demorou segundos até ele me desapertar o primeiro botão…
E depois o segundo….
E demorou menos até eu sentir a sua mão no interior das minhas calças.
Se há coisa que me excita profundamente é sussurrarem-me ao ouvido um “Quero-te”. Fico completamente fora de mim! Mas isso já sabem claro! O que não sabem é que nem todos os homens o sabem dizer com charme. Por muito excitados que estejam.
Deixei que ele me masturbasse.
Deixei que ele me virasse para ele e me levantasse a camisola, trincando e chupando os mamilos.
E deixei que me mordesse o pescoço e me voltasse a enfiar os dedos entre as pernas.
Até me revoltar e tirar as malditas calças silenciosamente.
Ele adorou a minha tanga. Pequena e rendada. E adorou ainda mais sentir o meu traseiro descoberto a tocar-lhe no mastro a latejar. Parecia um miúdo a descobrir a sexualidade.
Aproveitei-me disso e provoquei-o ainda mais, até ele me agarrar pelas ancas e apertar-me contra ele. O seu membro quase me violava perante a sua vontade.
Sussurrou-me ao ouvido:
- Monta-me. Já não aguento mais.
Nem eu estava a aguentar!
Puxou-me a tanga para o lado e eu sentei-me bem direita em cima dele. Em cima do membro dele. Gemi baixo. A princípio de dor e depois de prazer.
Fiz pequenos movimentos, bem lentos, para ambos saborearmos. Não nos podíamos esquecer do facto de não estarmos sozinhos.
Ainda hoje acredito sinceramente que algumas pessoas se aperceberam. Mas não olharam, não se queixaram…e a adrenalina aumentou. A partir de um certo momento deixamos de ser meigos um com o outro e demos lugar ao animal dentro de nós.
Ele agarrou-me pelas ancas e “obrigou-me” a ser brutal e a saltar em cima dele como se não existisse o amanhã! Tentei conter os gemidos para não chamar mais a atenção.
Voltei-me para o ecrã e pousei os braços na cadeira da frente (por sorte vazia) e deixei que ele me controlasse. E enquanto eu ia saltando que nem uma maluca, ele ia observando os movimentos. Apreciava o entrar e sair do seu pau dentro de mim.
Até que voltou a agarrar-me nos seios e a puxar-me contra ele. Parei. Pediu-me para se vir na minha boca.
Engraçado como nunca me agradara essa ideia. Raramente o fazia. Mas dado o seu desempenho, não me pareceu má ideia.
E quando eu tive o meu orgasmo a cavalgar, ele pediu-me para sair de cima dele. Masturbei-o, a seu pedido, até ele sentir que estava prestes a vir-se. E quando o fez, eu abri a minha boca e deixei que o seu esperma quente deslizasse pelos meus lábios.
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 E adorei! Excitei-me com aquele líquido viscoso e nada salgado (segundo dizem certas pessoas).
Voltei a vestir-me e vimos o pouco que restava do filme.
Voltamos a repetir a experiência mas dessa vez conseguimos ter a sorte de sermos os únicos na sala. Mesmo a calhar! E não me esqueci da saia…
Tudo para facilitar…o sexo não tem que ser complicado. E quanto menos vestidas estivermos melhor.
Há quem acredite vivamente que uma única experiência vivida com mulheres já define automaticamente a mulher como bissexual. Há quem confunda e rotule para toda a vida baseando-se numa vez sem exemplo.
Uma experiência para apimentar a relação, aumentar o desejo entre o casal unindo um homem, a namorada e uma amiga por exemplo. Isso não torna a mulher bissexual. E uso o termo mulher porque sou eu que escrevo, mas o caso é exactamente o mesmo em relação a um homem. 
Na minha opinião, a bissexualidade para ter esse mesmo nome, tem de ser repetido. E com gosto. Uma bissexual quer sempre experimentar o prazer como o mesmo sexo não só para apimentar algo na sua vida como para próprio prazer. 
A bissexual pode mesmo chegar a "amar", desejar ou procurar o prazer intenso que alguém do mesmo sexo (que nos conhece tão bem) nos consegue dar. Bissexualidade pode ser variedade, sempre. Repetição.
Escolha. Algo como "quero sexo com um homem hoje e amanhã posso sempre provar aquela minha amiga encantadora que tanto se faz a mim". E existem sempre as duas opções. E poderá ser sempre carnal.
Podem não deixarem-se conhecer o suficiente para passar disso ou aproximarem-se mais para vir a ser algo mais.
E há quem confunda com lesbianismo, homossexualidade. E há quem aceite melhor isso da parte das mulheres porque é mais sensual do que a imagem mental de dois homens juntos. No fundo é mais aceitável a bissexualidade pela parte do hetero e daí surgirem conversas do género:
- Ah e tal, já viste que aquela gosta de mulheres?
- Pois é mas lembra-te que é bi, logo também se dá muito com homens.
- Vendo bem a coisa ainda bem que é assim...enquanto existirem homens á mistura ela fica sempre bem vista.
E porquê? Porque onde existe o sexo oposto existe a tal esperança de que aquilo é apenas puro divertimento e que na verdade a escolha será sempre para o normal. A mulher escolhe o homem e vice-versa. 




Acredito que a bissexualidade morre connosco. Apercebeste disso, tentas aceitar porque não tens outra escolha e morres com isso. Podes ter a maior paixoneta do mundo por um homem (ou achares que tens) mas não podes fugir á tentação de uma mulher. Á atracção, aos filmes que crias na cabeça, á curiosidade e vontade de experimentar. E depois descobres que também tens uma paixoneta pela mulher que fala contigo todos os dias e que te fartas de admirar e pensar como seria. Ou podes sentir uma forte atracção pela tua amiga e pelo tipo que conheceste no cinema. E podes lidar bem com isso ou não lidar de todo.
Acredito que metade das pessoas bissexuais neste mundo se escondem e se revoltam neste momento porque é estranho e anormal. Porque esse termo nem devia existir ou porque isso significa que és duas coisas quando deverias ser uma apenas: hetero e homossexual. Como se fosse homem e mulher ao mesmo tempo.
E acredito que por não lidarem não serão felizes nem farão ninguém feliz. Porque têm medo de se aproximar.
Porque somos monstros. 
Julgamos sempre que é uma fase, porque nos dizem que é. Porque a bissexualidade é apenas uma fase que passas em que é pouco certo o que queres. O problema é quando o tempo vai passando e descobres que essa fase dura á muito. Descobres que é impossível conseguires fixar-te num. 
Na verdade exagero. Podes sempre escolher um lado mas terás sempre o outro na tua cabeça. Percebem?

As pessoas não imaginam...

Cada vez que dão comigo frente a frente na caixa de supermercado ou me pedem ajuda nos corredores, suspeitam elas do que realmente eu sou? Do meu outro lado? Do que escrevo, do que faço, do que falo e o que sugiro? Seria menos simpática ou menos boa menina se soubessem?
Ou pelo contrário seria mais respeitada pela coragem no que enfrento, pelas palavras que solto e forma como lido com elas?
Seriam elas mais simpáticas comigo ou pelo contrário negar-se-iam a falar comigo ou serem atendidas por mim?

É certo que as pessoas muitas vezes parece que seleccionam com quem se dão e muitas vezes acredito que se realmente soubessem evitariam o contacto comigo. Ou porque devo ser má influência ou porque saber vai deturpar a imagem mais simpática que se tem de mim. E isso é mau para a reputação de quem se dá comigo.
Porque espera-se sempre o melhor das pessoas ou mesmo os defeitos mais "aceitáveis". 
É bem verdade que aquilo que não sabemos não nos pode matar mas a ignorância será mesmo uma benção? Porque talvez as pessoas como eu prefiram mil e uma vezes saírem da toca do que esconderem-se até morrer. Porque talvez eu até prefira assim. Porque mesmo que metade da população que me vê não goste, seria preferível descobrir-se tudo de uma só vez e a consciência de todos ficava tranquila. A minha porque já se sabe e a dos outros porque agora sim já podem julgar porque sabem e já podem gostar de mim (ou não) por isso mesmo.

Até que ponto será mesmo a ignorância o melhor remédio?

As pessoas nem desconfiam...
Afinal porque o deveriam fazer?

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